Guerra de Canudos – Resumo, O que foi, Conclusão

Guerra de Canudos – Saiba mais

 

Acontecimentos históricos possuem grande importância, pois nos ajudam a entender o desenvolvimento da sociedade, além de nos fazer entender os fatos que levaram a mesma até o ponto em que está hoje. É como diz aquele ditado: ‘Quem não conhece o passado não entende o futuro’.

Quando falamos em eventos históricos, não basta conhecermos apenas as guerras de repercussão internacional, que colocaram diversos países em conflito. É preciso entender nossa própria história, direcionar nosso foco também para conflitos que acontecerem dentro do nosso país. É por isso que nesse artigo falaremos sobre a chamada Guerra de Canudos.

A guerra aconteceu numa etapa realmente difícil para a população pobre do Nordeste. No final do século XIX, no interior da Bahia, quando a região sofria com problemas como a fome, a violência, o desemprego e a falta de apoio político, surgiu uma comunidade, liderada por um religioso conhecido como Antônio Conselheiro. Nessa comunidade, as pessoas viviam livres de impostos e sem regras estabelecidas, tendo a colaboração mútua como uma das únicas ‘leis’.

O governo baiano não gostou nem um pouco do que estava acontecendo. Ver uma população livre de impostos e leis fez com que os governantes, apoiados dos latifundiários, quisessem logo acabar com o ‘problema’. Conselheiro foi acusado de querer recriar a monarquia, o que era um enorme equívoco.

Impressionantemente, os militares falharam nas três primeiras tentativas de derrubar a comunidade de Canudos. Os habitantes da comunidade resistiram bravamente, mesmo com uma tecnologia muito menos avançada. Porém, no quarto ataque, onde foi solicitada a ajuda das tropas federais, os militares liquidaram Canudos sem dó e assassinaram Antônio Conselheiro no dia 22 de setembro de 1897.

A Guerra de Canudos foi um forte marco na história da Bahia, que representou a luta da população pobre e explorada contra as normas impostas pelo governo repressivo e explorador.





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